quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Jogo online simula viagem para ensinar inglês

Olá pessoal,
O Backpacker é um jogo online que simula uma viagem para Nova York, onde os usuários podem conversar com outros jogadores e realizar suas missões para aprender  a nova língua.
Por enquanto o jogo é gratuito, mas terá uma taxa de matrícula  em breve para avançar determinados níveis, quer, antes de tudo, ser divertido. Nele, o jogador cria seu personagem, escolhe todas as suas características e sai de seu hostel para começar a andar pela cidade de Nova York, encontrando desafios pela frente, como pedir informações e fazer amizade.
A metodologia de aprendizado é voltada para desenvolver as habilidades práticas de comunicação, com foco no conjunto de palavras e expressões que o aluno realmente precisa e servindo-se de tecnologias específicas como o reconhecimento de voz.
Por ser online, o Backpacker permite que os usuários brasileiros conversem e se ajudem na hora de realizar as missões.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Como usar as redes sociais a favor da aprendizagem

Conheça a melhor forma de se relacionar com a turma nas redes sociais e saiba como o Facebook, o Orkut ou o Twitter podem ser aliados do processo de aprendizagem

Veja na Sala de Aula
Você sabe quantos de seus alunos possuem perfis no Orkut, no Facebook ou no Google +? Já experimentou fazer uso dessas redes sociais para disponibilizar materiais de apoio ou promover discussões online?
Cada vez mais cedo, as redes sociais passam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável. Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas. "O contato com os estudantes na internet ajuda o professor a conhecê-los melhor", afirma Betina von Staa, pesquisadora da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática. "Quando o professor sabe quais são os interesses dos jovens para os quais dá aulas, ele prepara aulas mais focadas e interessantes, que facilitam a aprendizagem", diz.

Se você optou por se relacionar com os alunos nas redes, já deve ter esbarrado em uma questão delicada: qual o limite da interação? O professor deve ou não criar um perfil profissional para se comunicar com os alunos? "Essa separação não existe no mundo real, o professor não deixa de ser professor fora de sala, por isso, não faz sentido ele ter dois perfis (um profissional e outro pessoal)", afirma Betina. "Os alunos querem ver os professores como eles são nas redes sociais".

Mas, é evidente que em uma rede social o professor não pode agir como se estivesse em um grupo de amigos íntimos. "O que não se pode perder de vista é o fato de que, nas redes sociais, o professor está se expondo para o mundo", afirma Maiko Spiess, sociólogo e pesquisador do Grupo de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Ele tem que se dar conta de que está em um espaço público frequentado por seus alunos". Por isso, no mundo virtual, os professores precisam continuar dando bons exemplos e devem se policiar para não comprometerem suas imagens perante os alunos. Os cuidados são de naturezas diversas, desde não cometer erros de ortografia até não colocar fotos comprometedoras nos álbuns. "O mais importante é fazer com que os professores se lembrem de que não existe tecnologia impermeável, mas comportamentos adequados nas redes", destaca Betina von Staa.

A seguir, listamos cinco formas de usar as redes sociais como aliada da aprendizagem e alguns cuidados a serem tomados:

1. Faça a mediação de grupos de estudo
Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes - separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série.
Os grupos no Facebook ou as comunidades do Orkut podem ser concebidos como espaços de troca de informações entre professor e estudantes, mas lembre-se: você é o mediador das discussões propostas e tem o papel de orientar os alunos.
Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar em seus estudos. "A colaboração entre os alunos proporciona o aprendizado fora de sala de aula e contribui para a construção conjunta do conhecimento" explica Spiess.

2. Disponibilize conteúdos extras para os alunos

As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar. "Os alunos passam muitas horas nas redes sociais, por isso, é mais fácil eles pararem para ver conteúdos compartilhados pelo professor no ambiente virtual", diz Spiess.
Esses recursos de apoio podem ser disponibilizados para os alunos nos grupos ou nos perfis sociais, mas não devem estar disponíveis apenas no Facebook ou no Orkut, porque alguns estudantes podem não fazer parte de nenhuma dessas redes. Para compartilhar materiais de apoio e exercícios sobre os conteúdos trabalhados em sala, é melhor utilizar espaços virtuais mais adequados, como a intranet da escola, o blog da turma ou do próprio professor.

3. Promova discussões e compartilhe bons exemplos
Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares.

4. Elabore um calendário de eventos
No Facebook, por meio de ferramentas como "Meu Calendário" e "Eventos", você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avalições. Porém, vale lembrar: eles não podem ser a única fonte de informação sobre os eventos que acontecem na escola, em dias letivos.

5. Organize um chat para tirar dúvidas
Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma - mas essa não pode ser a única forma de auxiliá-los nas questões que ainda não compreenderam.
A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico. "Assim que o tira dúvidas acaba, os alunos já podem voltar a estudar o conteúdo que estava sendo trabalhado", explica Spiess.

Cuidados a serem tomados nas redes
- Estabeleça previamente as regras do jogo
Nos grupos abertos na internet, não se costuma publicar um documento oficial com regras a serem seguidas pelos participantes. Este "código de conduta" geralmente é colocado na descrição dos próprios grupos. "Conforme as interações forem acontecendo, as regras podem ser alteradas", diz Spiess. "Além disso, começam a surgir lideranças dentro dos próprios grupos, que colaboram com os professores na gestão das comunidades". Com o tempo, os próprios usuários vão condenar os comportamentos que considerarem inadequados, como alunos que fazem comentários que não são relativos ao que está sendo discutidos ou spams.

- Não exclua os alunos que estão fora das redes sociais
Os conteúdos obrigatórios - como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina - não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes). "Os alunos que passam muito tempo conectados podem se utilizar desse álibi para convencer seus pais de que estão nas redes sociais porque seu professor pediu", alerta Betina.
A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial.
Com relação aos pais, vale comunicá-los sobre a ação nas redes sociais durante as reuniões e apresentar o tipo de interação proposta com a turma.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Recursos Didáticos

Neste espaço, estão disponíveis recursos didáticos que podem contribuir na preparação das aulas.

ícone abnt
ABNT

Geradores on-line
de referências

ícone
Animações

Vídeos temáticos para trabalho em sala de aula

ícone artigos
Artigos

Artigos, teses, dissertações e monografias para consulta

ícone audios mp3
Áudios

Diversos sons
por disciplina

ícone banco Internacional de Objetos EducacionaisBanco Internacional de Objetos Educacionais
Acesse os objetos isoladamente ou em coleções
ícone bibliotecas
Bibliotecas

Consulte bibliotecas
do país e do mundo

ícone cadernos pedagógicos
Cadernos Pedagógicos

Cadernos de apoio da SEED e instituições conveniadas

ícone cadernos tematicos
Cadernos Temáticos

Desafios educacionais contemporâneos

ícone cinema
Cinema

Espaço sobre a
sétima arte

ícone condigital
Condigital

Recursos digitais para Matemática

datas especiais
Datas Especiais
Sugestões de recursos e atividades

ícone dicionário
Dicionários

Pesquise em
dicionários on-line

ícone eureka
Eureka

Apostilas e videoaulas
do programa

ícone folhas
Folhas

Consulte os Folhas
publicados
ícone
Fotografia

Álbuns de fotos produzidas pelo Multimeios

ícone hinos
Hinos

Pesquise hinos e
outras curiosidades

ícone imagens
Imagens

Busque imagens
por disciplina

ícone infográficos
Infográficos

Acesse infográficos por disciplina

ícone jogos on-line
Jogos On-line

Acesse jogos on-line por disciplina

ícone jornal
Jornais

Acesse jornais do Paraná e demais estados brasileiros

ícone catálogo de sítios
Links Interessantes

Confira listas de websites


ícone livro didático
Livro Didático Público

Livros do Ensino Médio para consulta e download


ícone
Luz das Letras

Software educacional para EJA

ícone livros gratuitos
Livros Gratuitos

Livros de domínio público e instituições universitárias

ícone museu
Museus

Lista com museus
do Brasil e do mundo

ícone oac
OAC

Objeto de Aprendizagem Colaborativa

ícone o tema é
O Tema É:

Histórico de temas atuais e interdisciplinares

portal - domínio público Portal - Domínio Público
Biblioteca Digital desenvolvida em Software Livre
ícone portal do professor / MEC
Portal do Professor

Página do MEC com recursos para o professor

ícone tv multimídia
Práticas TV Multimídia

Consulte as práticas
publicadas

ícone problemas em quadrinhos
Problemas em Quadrinhos

Sugestões de atividades por meio do gênero textual HQs

cadernos PDEProduções PDE 2007/2008/2009
Acesse as produções dos professores

ícone rádio
Rádios
Lista das rádios do Paraná e demais estados brasileiros

ícone computador
Simuladores e Animações

Conteúdo e interação
para acessar no computador

ícone globo terrestre
Tradutores On-line

Dúvidas com algum
termo estrangeiro?

ícone trechos de filme
Trechos de Filmes

Cinema também é conteúdo separado por disciplina

ícone
Tutoriais

Softwares livres e de produção


tv escolaTV Escola
TV pública do MEC destinada à professores, alunos e comunidade

ícone tv
TV Paulo Freire
Programação
Download dos Programas

ícone vídeos
Vídeos

Pesquise vídeos diversos
por disciplina

ícone wb rádio escola
Web Rádio Escola

Download dos programas




ícone brasão

Produções SEED-PR

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Microsoft cria rede social só para professores

A Microsoft desenvolveu uma rede social para conectar professores de todo o mundo. A PIL  (sigla em inglês para Parceiros na Aprendizagem). São mais de 4 milhões de educadores, de 119 países diferentes, que trocam experiências sobre projetos que integram as novas tecnologias ao dia a dia escolar. O foco das discussões, com algumas modificações, é o mesmo: ampliar a discussão de novos métodos e caminhos didáticos que atendam as necessidades dos estudantes do século 21.
Usando a ferramenta Microsoft Translator, que traduz 36 línguas, a PIL Network  possibilita que as ideias e indagações de diferentes partes do globo possam ser lidas em Português. Fóruns de discussão, troca de ideias e projetos, planos de aula, tutorias, ferramentas educacionais gratuitas,  vídeos tutoriais que ensinam como customizar videogames para fins didáticos ou como criar uma rádio digital para ouvir notícias da época de Pedro Álvares Cabral, são alguns dos pontos oferecidos pela rede social.
Aproveite esta dica professor!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

14 dicionários online grátis que você deveria conhecer

Olá leitores!
Uso do dicionário é um importante hábito no momento da linguagem escrita, por isso devemos conhecer  e saber utilizá-lo corretamente. A cada instante que passa temos consciência de que a linguagem escrita exige de nós um pouco mais de atenção, de cuidado. Entre todos esses cuidados, não significa que somente temos de estar com nossas ideias prontas, é preciso saber como transportá-las para o papel. Nesta hora, algumas dúvidas podem surgir, tais como aquelas relacionadas à maneira correta de escrever esta ou aquela palavra. E sabe quem deverá ser seu companheiro inseparável? Ele mesmo, o dicionário!
Pensando nisto, fizemos uma lista com alguns dos melhores dicionário online que encontramos:
Dicionário de Português
Dicionário de Inglês
Dicionários de Frases em Inglês
Outras Línguas

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A informação gera autonomia de estudo

Somos mais de sete bilhões de habitantes no planeta. Já que não existe uma única pessoa igual à outra, não faz sentido pensar que todos aprendem da mesma forma. Não seria muito mais eficiente entendermos a melhor forma de aprender de cada aluno, bem como seus pontos fortes e fracos e trabalhar suas habilidades e dificuldades específicas? Por acreditar que a personalização é a melhor forma de aperfeiçoamento do ensino, criamos, em 2011, a Geekie, empresa que busca ampliar e aplicar o conceito de adaptabilidade do aprendizado por meio da tecnologia, beneficiando alunos, professores e redes de escolas.
Os benefícios da aplicação do ensino adaptativoGlossário compartilhado de termos de inovação em educação alcançam todos os envolvidos no processo de educação, sejam eles alunos, professores ou gestores escolares. Na perspectiva individual, a vantagem da personalização para os alunos é a possibilidade de se mapear suas principais deficiências de aprendizagem e desenvolver um plano de estudos focado em suprí-las, no ritmo e no formato de conteúdo que faz mais sentido para cada um. A informação gera autonomia de estudo, auxiliando o aluno na identificação clara dos pontos em que precisa se aperfeiçoar para atingir suas metas.
crédito Africa Studios/ Fotolia.com
  Atualmente, nas salas de aula, o que se percebe é que os alunos têm ritmos diferentes entre si. De um modo geral, o professor adapta-se à média da turma e, embora a maioria dos alunos o acompanhe, alguns estão à frente e outros ficam para trás, o que gera um ciclo vicioso que traz deficiências no aprendizado. Nesse sentido, as ferramentas de mapeamento do esforço de um aluno, individualmente ou como grupo, funcionam como fortes aliadas no processo de construção de uma sala de aula adaptativa. Com as análises de desempenho em mãos, os professores podem criar diferentes estratégias de ensino de acordo com o estágio de cada aluno ou grupo de alunos e tornam-se mediadores de diferentes situações de aprendizado, mais personalizadas e eficientes.
Além disso, mesmo quando usadas paralelamente às aulas, as ferramentas de aprendizado adaptativo auxiliam o professor no nivelamento da turma: seja na motivação dos alunos que estão com o desempenho abaixo do esperado, como no estímulo desafiador aos alunos que estão à frente dos demais.
As ferramentas de aprendizado adaptativo constituem um aliado do professor no processo de aprendizagem dos alunos, pois orientam o processo de aprendizagem e levam para a sala de aula propostas sensíveis ao contexto de cada um, individualmente e em sua turma na escola
Em uma perspectiva mais ampla, para redes de ensino, independentemente do seu tamanho, as ferramentas educacionais adaptativas permitem o acompanhamento e a coleta de informações sobre como os alunos aprendem na rede, nas regionais e nas escolas. Assim, otimiza-se o resultado da implantação de novas políticas curriculares e reduz-se o intervalo de intervenção, já que os resultados são praticamente instantâneos. Essas ferramentas permitem o incremento de orientações didáticas, além do direcionamento do uso de materiais de apoio e na formação de professores.
Em todos esses cenários de aprendizado adaptativo, o papel do professor continua sendo essencial, tanto para elaboração e curadoria dos conteúdos em seus diferentes níveis, quanto para a formulação das (novas) situações de aprendizagem, dentro de sala de aula ou virtualmente. As ferramentas de aprendizado adaptativo constituem um aliado do professor no processo de aprendizagem dos alunos, pois orientam o processo de aprendizagem e levam para a sala de aula propostas sensíveis ao contexto de cada um, individualmente e em sua turma na escola. Em sala de aula, é o professor quem dá o ritmo e guia o aprendizado – o seu papel passa de detentor e expositor do conteúdo para mediador de discussões e direcionador dos alunos ao longo da trajetória do conhecimento, promovendo capacidades diversas dos alunos dentro de grupos bem estruturados e estimulando a aprendizagem que ocorre fora dos ambientes virtuais.
O aprendizado adaptativo permite ainda que os professores, baseados em relatórios de desempenho da turma, incrementem suas aulas com outras metodologias de aprendizado. Os professores podem, por exemplo, trabalhar pontos fracos, criando um grupo de estudos no qual se combinam alunos que se destacam em um determinado assunto com outros que o têm como ponto fraco. Dessa forma, além de desenvolver aquele assunto especificamente, os alunos desenvolvem ainda a habilidade de trabalho em grupo, de colaboração entre seus pares e de liderança.
A plataforma da Geekie está hoje aberta gratuitamente a todos os alunos que queiram se preparar para o Enem utilizando as ferramentas de diagnóstico e estudo personalizado (Leia mais sobre o Geekie Games).

terça-feira, 1 de outubro de 2013

USP e UFSC lançam MBA online e gratuito


USP, UFSC e Veduca lançam 1o  curso nacional de MBA oferecido gratuitamente e de forma online  para qualquer internauta. O curso de especialização em engenharia e inovação, ofertado nos moldes dos Moocs (cursos virtuais, gratuitos e de nível superior), será ministrado por professores das instituições e disponibilizados na plataforma do Veduca. Outra novidade é que, ao fim do curso, os candidatos que desejarem, poderão solicitar um certificado de conclusão emitido pelo Centro Universitário UniSEB, instituição reconhecida pelo MEC. O diploma, no entanto, terá um custo ao aluno. O valor ainda não foi divulgado.
Sobre o Curso:
O curso de pós-graduação lato sensu em engenharia e inovação terá ênfase na gestão da produção. Todos os conteúdos serão abordados por meio de videoaulas gravadas pelos professores da USP, USP São Carlos e da federal de Santa Catarina. Também compõem a grade vídeos gravados por professores estrangeiros de outras universidades de renome. Mesmo sendo aberto à participação de todos, o MBA é recomendado para profissionais e empreendedores com formação em nível superior. Não é necessário que o aluno seja formado em engenharia, mas as aulas são voltadas a estudantes que já trabalham como gestores de equipes, de projetos, além de designers de produtos e profissionais de criação.
No MBA do Veduca, o curso pode ser iniciado a qualquer momento. Ou seja, o candidato não precisa esperar para participar de um processo de seleção ou de uma época fechada para inscrição.
Informamos que o conteúdo do curso é totalmente gratuito, mas quem quiser ter o diploma, precisará arcar com um custo financeiro.
Em caso de dúvida, entre em contato – mba@veduca.com.br
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

6 ferramentas gratuitas para gestão de tarefas acadêmicas

Olá estudantes!
Nunca é tarde para experimentar alternativas para tirarmos o máximo proveito de nosso tempo no que diz respeito a gestão das dezenas de tarefas acadêmicas que recebemos diariamente. Pois bem, com a ajuda de una lista feita em Mashable temos aqui 6 serviços para deixar para trás os erros e tornar mais eficiente nosso estudo, recuperando grande parte do tempo que levamos na rede e otimizando nossos trabalhos em busca de melhores resultados.
Um aplicativo gratuito para Mac e dispositivos com iOS que com ferramentas de sincronização tanto entre equipes como entre usuários, permite registrar listas de tarefas, gerenciar projetos, armar um calendário, criar lembretes e controlar toda a vida escolar.
As clássicas flashcards ou fichas de papel usadas para estudar os conceitos aprendidos em cada matéria chegam a um novo nível em Quizlet, onde, além de ter milhares delas já prontas para usar e compartilhar economizando inclusive tempo desenhando-as, se faz possível sua criação combinando seu conteúdo com todo tipo de material multimídia. O resultado: atividades interativas (entre elas ortografia e em forma de provas) de incrível utilidade para maximizar a eficiência no estudo.
Google Docs, Gmail, Calendar, Books – agora em Google Play – e Google Acadêmico, são alguns dos serviços web mais úteis na atualidade ao prover de ferramentas para o trabalho colaborativo que em outros tempos nem se imaginavam. No entanto, em Google vão mais além ao agrupá-los todos num pacote de ferramentas para escolas, colégios, Universidades e demais centros educativos que desejam algumas funções exclusivas (como os domínios personalizados para as contas de email).
InClass, outro fascinante aplicativo gratuito disponível na App Store da Apple, busca dar solução a talvez o pior problema que se tem ao estudar, inclusive na educação universitária: esquecer de fazer os trabalhos ou sua data de entrega. Pois bem, além das notas de áudio e vídeo que se podem ter na aula, categorizar por assinaturas e compartilhar, o mais útil de InClass e seu sistema de alertas que avisa sobre os deveres que devem ser cumpridos. Enfim, um dos melhores organizadores para quando a memória não está lá essas coisas.
Dezenas de milhares de livros interativos mais conhecidos como eTextbooks, com descontos em sua compra e aluguel de até 50%, que destacam por material para quase todas as áreas do conhecimento e um elegante espaço para lê-los, armazená-los e gerenciá-los em conjunto através de sua interface web ou até desde seu aplicativo para iPad. Se complementa com opções para tomar notas e realizar anotações nos escritos.
Agora falaremos sobre o multifuncional aplicativo de notas que permite capturar todo tipo de conteúdo na web, armazenar imagens, gerenciar arquivos PDF, criar listas de tarefas, guardar apontamentos, classificar e ter acesso a toda a informação de forma sincronizada em qualquer dispositivo com conexão a Internet.
Aproveite!

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Site gratuito oferece games divididos por matérias

“Desliga o videogame e vai estudar”. Com certeza você é ou conhece alguém que já ouviu esta frase. Entretanto, cada vez mais os jogos se aproximam do aprendizado, seja dentro ou fora da escola. A Escola de Games, por exemplo é uma plataforma on-line e gratuita, com mais de 1 milhão de acessos mensais, que oferece mais de 60 jogos para que crianças de 5 a 12 anos aprendam sobre matemática, português, inglês, geografia, história, conhecimentos gerais e ciências.
“Os jogos prendem a atenção das crianças, tornam as aulas mais divertidas e são uma alternativa para fugir do padrão livro, giz e quadro”, afirma Leopoldo Xavier, um dos fundadores da plataforma. Para ele, o jogo não tem o poder de substituir as aulas nas escolas, mas pode servir como ferramenta de apoio aos professores na hora de engajar e aproximar o conteúdo dos estudantes em sala de aula.
crédito notkoo2008 / Fotolia.comEscola de Games, com mais de 1 milhão de acessos mensais, tem mais de 60 jogos para crianças de 5 a 12 anos
  Por conta disso, na plataforma, cada um dos jogos vem com explicações sobre quais aspectos dos alunos podem ser desenvolvidos com ele, como exercitar o raciocínio lógico, compreender noções básicas de gramática e desenvolver a concentação para resolução de problemas matemáticas. Xavier afirma que o site foi projetado da maneira mais simples possível, para que os professores não tenham medo nem precisem de qualquer tipo de formação para usá-lo.
Entre os games mais jogados estão:
O Cores da Moda, que apresenta peças de roupa de diversas cores e, em cima, o nome de uma cor em inglês, por exemplo, black (preto). Cada vez que o usuário acerta, ele ganha esse item. Ao final do game, se o usuário tiver vencido todas as etapas, pode montar o visual da personagem como quiser.
Já o Fábrica de Palavras exercita a língua portuguesa. Nele, o jogador vai encontrar uma espécie de jogo da forca, em que palavras incompletas aparecem e é preciso que ele identifique qual letra deve ser usada para preencher o espaço vazio.
No Brasil na Copa, o aluno precisa estar por dentro de tudo que acontece pelo mundo para poder jogar futebol. Exatamente. Se responder corretamente as perguntas de conhecimentos gerais, ganha o direito de cobrar um pênalti.
Segundo Xavier, o processo de desenvolvimento dos games passa por cinco etapas. A primeira delas é a escolha dos temas que, por sua vez, são sugeridos pelos próprios usuários do site. Em seguida, um pedagogo entra em ação para definir quais serão as dinâmicas usadas para inserir o conteúdo necessário do aprendizado sem que a diversão se perca. E é só depois da conclusão do material pedagógico que o game entra no processo de desenvolvimento gráfico para ficar pronto para rodar na internet e em tablets.
Mais meninas
Uma pesquisa realizada pela própria plataforma ouviu 2.700 usuários e descobriu que o site é acessado quase três vezes mais por meninas do que por meninos e que, entre todos os usuários, 58% deles jogam com o acompanhamento dos pais. Para Xavier, é preciso realizar uma outra pesquisa para entender o motivo desses resultados mas, independentemente disso, se diz feliz com eles. “É muito bom saber que as crianças jogam acompanhadas dos responsáveis, sejam eles os pais e ou responsáveis, afinal, uma criança jogando sozinha no computador pode não alcançar os benefícios esperados de aprendizado”, afirma.
O site que está no ar desde 2009, quando tinha apenas quatro jogos disponíveis, vai passar agora a oferecer um game novo por mês. Segundo Xavier a meta é também trabalhar para aumentar o número de games que podem ser acessados nos dispositivos móveis.
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Jogo do MIT ensina ciência, engenharia e tecnologia

Tornar o processo de aprendizagem cada vez mais atraente para o estudante é um dos principais desafios da educação. Para tanto, muitas escolas veem incorporando novas estratégias de ensino. A inclusão de jogos como atividade complementar da grade curricular é uma delas. O problema é que nem sempre a utilização dos games alcança esse objetivo. Em alguns casos, os jogos podem ser considerados “bobinhos” pelos alunos ou então, o assunto pode ser visto por professores como muito denso para ser trabalhado na tela de um computador. Foi com a pretensão de atacar essas duas problemáticas que pesquisadores MIT (Massachusetts Institute of Technology) desenvolveram o The Radix Endeavor, um jogo que usa a lógica dos populares games de estratégia como World of War Craft. A ideia é ensinar estudantes do ensino médio assuntos de Stem (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e a matemática). O game, disponível em inglês, está aberto a participação de professores de todo o mundo e suas respectivas turmas.
Lançado neste mês, em caráter experimental, o Radix propõe estimular práticas de pensamento crítico, criação, colaboração e resolução de problemas. No jogo, assuntos de álgebra, geometria, probabilidade, estatística e biologia, por exemplo, são trabalhados dentro da lógica do desafio, uma das características mais marcantes dos games. O design, a jogabilidade e a possibilidades de interação com outros jogadores (como é o caso dos Massively Multiplayer On-line Games, jogos digitais que permitem a participação de vários usuários ao mesmo tempo) de casa ou do colégio, torna o Radix um game similar a outros que são mais populares. Para o desenvolvimento do jogo, foram necessários dois anos de intensas pesquisas no MIT.
crédito kovalenko inna / Fotolia.com
  Para participar do game, professores e alunos precisam fazer um pequeno cadastro no site. Em alguns instantes, o usuário já consegue criar o seu próprio avatar (personagem virtual) que o representará na aventura. Feito isso, o estudante já começa o jogo imerso numa ilha misteriosa repleta de espécies de plantas e animais desconhecidos. Ao caminhar pelo local, os jogadores poderão reconhecer essas espécies e outros tantos desafios que aparecerem diante deles. O principal objetivo será ajudar a encontrar solução para os problemas ambientais da ilha. Durante esse processo de busca, os jovens deverão estudar quais são as principais causas desses problemas e de que maneira podem salvar a ilha da destruição.
Toda a trajetória do jogador, as escolhas e o progresso dele no jogo poderão ser monitoradas pelo professor. Ele terá acesso direto aos dados dentro de um portal criado especificamente para isso. Com isso, o docente pode auxiliar o aluno nos desafios que ele não conseguiu superar ou naquele em que gastou mais tempo para superar. Todos as informações colocadas no jogo estão baseadas no currículo formal de ensino médio dos Estados Unidos. A fase piloto vai durar até junho de 2014. Nesta fase de testes, os pesquisadores irão monitorar a atuação dos estudantes participantes.
Confira imagens do game e entrevista com um dos realizadores, em inglês:

*Atualizada em 18/09/2013, com a correção do público-alvo do Radix. O game está aberto a participação de professores de qualquer país

Curso online grátis: Escrever Melhor

Escrever  é uma das formas mais eficazes para transmitir informação e conhecimento. Permitiu, por exemplo, que pessoas que viveram há muitos séculos pudessem passar o seu conhecimento para as gerações vindouras.
Escrever melhor  é objetivo de todos hoje em dia. Em qualquer trabalho somos requisitados diariamente para escrever relatórios, e-mails entre  outros.
Qual é a melhor maneira de aprender a escrever? Seguramente, a resposta é curta: ler. A leitura de bons livros é o que nos familiariza com as palavras e com os recursos de coesão, que garantem a fluência do texto e a coerência entre as suas partes.
Além da leitura outra forma de escrever melhor e estudando. Pensando nisso separamos um curso online e gratuito para você.
Bom estudo!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

10 #hashtags que todo professor deve acompanhar

Com a chegada dos tablets nas mãos de professores de todo o Brasil, quer seja via programas educacionais públicos quer por aquisição própria, novos desafios surgem diante de grande parte desses docentes: como usar esses aparelhinhos no dia a dia da sala de aula? Ou ainda: será que eles podem ajudar também no planejamento das aulas e na capacitação dos educadores? Mesmo cientes da crescente presença dos tablets no cotidiano da sociedade e, especialmente no dos alunos, muitos professores ainda têm receio em se apropriar das capacidades do equipamento.
Então, para ajudar os professores interessados em entrar no universo dos tablets e no mundo dos aplicativos educacionais, o Porvir resolveu mapear 10 hashtags que podem ser buscadas tanto no Twitter quanto no Facebook. Elas trazem recomendações que facilitam o uso dos tablets por educadores, com sugestões de como usar aplicativos para tablets e até notícias sobre o uso dessa tecnologia na sala de aula. E o melhor, muitas das indicações são feitas por outros professores, alunos e internautas interessados no uso de aplicativos para o ensino.
crédito chingers7 / Flickr
  Em tempo: se você, professor, ainda não está familiarizado com o termo hashtags, não tem problema. As hashtags, simbolizadas por #, acompanham palavras ou expressões que resumem o tema do tuíte ou do post. Assim, se um professor coloca uma dica de como usar um aplicativo em sala de aula, ele pode usar as hashtags #app e #educação. Qualquer usuário que clicar nessas hashtags verá a lista de todos os posts que a utilizaram. Isso permite que os educadores possam buscar o que seus colegas andam falando sobre o assunto.
Confira lista com algumas das principais hashtags que vão ajudar os docentes a otimizar o uso do tablet:
Dicas de internautas brasileiros
1. #app #educação
Ao digitar as duas hashtags no mesmo campo de busca do Twitter, o internauta vai ter acesso a uma série de links postados por empresas que desenvolvem aplicativos como a Qranio , além de recomendações de aplicativos para aprender inglês ou até conhecer o novo canal de educação desenvolvido pelo Google e voltado para educadores.
2. #apps #educação
Pode até parecer a mesma busca da primeira dica, mas não é. Essa pequena diferença de grafia faz com que a busca traga resultados bem diferentes. Essas duas hashtags, que são bem populares, remetem a aplicativos desenvolvidos para o uso na educação. Não faltarão recomendações de apps voltados exclusivamente para quem é professor nem dicas de leituras de publicações que debatem o uso da tecnologia na sala de aula.
3. #apple #educação
Focando os aplicativos desenvolvidos para equipamentos produzidos pela Apple, ao buscar por essas hashtags, o internauta poderá, por exemplo, ficar por dentro dos apps mais populares presentes na loja virtual da empresa que produz o iPad. Muitos são gratuitos.
4. #ipad #educação
Além de encontrar dicas de aplicativos, os professores que forem atrás dessas palavras-chave virtuais encontrarão uma série de sugestões de notícias e até um link para baixar gratuitamente a enciclopédia britânica.
Dicas de internautas estrangeiros
5. #eduapps
Para os professores que querem estar mais conectados com os aplicativos mais recomendados por internautas de todo mundo, essa hashtag traz muitas sugestões interessanes. Não faltarão recomendações de apps para estimular o professor a ser um designer do currículo. (Não sabe o que é essa função? Leia mais aqui)
6. #edapps
Com ela o professor pode encontrar, por exemplo, uma sugestão de ferramenta para a prática de gramática em inglês ou outra para consultar o dicionário Oxford.
7. #edapp
Quase similar à anterior, ao acessar os posts que incluíram essa hashtag, o professor pode dar de cara com recomendações que vão de informações sobre o que viria a ser a sala de aula invertida a aplicativos que ajudam o docente a entender a importância do processo criativo na educação.
8. #ipadedu
Focado em sugestões que envolvem o uso, especificamente, do iPad na educação, por meio dessa hashtag, não vai ser difícil de encontrar uma série de dicas que auxiliam os docentes a otimizar o uso da ferramenta na sala.
9. #kidsapps
Voltado para recomendações de apps para crianças, pela hashtag é possível encontrar sugestões de aplicativos que envolvem de games a aviação.
10. #ipadchat
Por fim, utilizando essa palavra-chave na caixa de busca do Facebook ou do Twitter, o professor pode ter acesso às principais ferramentas presentes no próprio iPad.
Com informações do Educational Technology and Mobile Learning
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