segunda-feira, 2 de março de 2015

Professores e alunos podem ser amigos nas redes sociais?

Não existe um consenso sobre como deve ser a relação de professores e alunos nas redes sociais. Eles podem ser amigos no Facebook? As informações pessoais divulgadas nas redes interferem na relação em sala de aula? As redes podem ser usadas a favor da aprendizagem? Divulgado em 2013, o documentário ‘Uma escola entre redes sociais’ abordou o tema ao retratar o cotidiano de utilização do Facebook por professores e alunos do ensino médio do Colégio Estadual Brigadeiro Schoert, no Rio de Janeiro.

O objetivo era revelar as dinâmicas de como essa interação fora da escola acontece e para isso docentes e estudantes foram incentivados, em grupos, a debater o tema. O documentário é um dos resultados da pesquisa Redes Sociais na Escola, realizada pelo Observatório Jovem, da Universidade Federal Fluminense (UFF). ‘O espaço pedagógico da escola é pouco aberto para surpresas e as redes sociais nos abrem para o inesperado. A interação de professores e alunos nesse espaço permite que um conheça uma faceta do outro que não é demonstrada na escola’, afirma Paulo Carrano, coordenador do observatório e docente na faculdade e educação da UFF.

‘Eu não tinha nenhum aluno no meu Facebook, muito porque eu usava a rede para me comunicar com os meus amigos. Mas quando vi que as turmas do ensino médio tinham grupos das salas na rede, enxerguei isso como um canal de comunicação com eles’, contou no vídeo a professora de geografia Claudia Rodrigues. Segundo os relatos, o grupo é bastante utilizado pelos estudantes para a troca de materiais que os ajudam a estudar para provas, a realizar trabalhos e mesmo para continuar o debate sobre algum tema inicialmente abordado em classe.

Mas alguns dos estudantes entrevistados dizem que não costumam adicionar os professores como amigos na rede por ‘questões de privacidade’. Já outros dizem que não se importam, como a estudante do 2º ano Ana Caroline de Araújo Gaspar que diz não ter nada contra. ‘A postura do aluno no Facebook pode ser bem diferente da que ele tem na escola, mas isso não significa que ele é bagunceiro ou tira notas baixas. Mesmo o professor vendo o que a gente faz fora, isso não interfere na relação dentro da classe’. Já Ygor Marcolino de Oliveira, aluno do 3º ano, vê pontos positivos na amizade virtual. ‘Alguns professores postam coisas interessantes para a gente, postam matérias de prova para estudarmos e ajuda muito’, relatou.

A professora de história Luciana Dias, adota uma postura diferente de sua colega de geografia que disse ter criado um segundo perfil na rede apenas para essa interação com os alunos. Dias defende essa relação como um estímulo a aceitação individual. ‘É uma oportunidade que a gente tem de ensinar nossos alunos a sermos respeitados pelo que somos. Eu não vejo essa diferença, eu não sou a professora e a não professora. Eu sou eu, Luciana’.

Em um artigo publicado pela Universidade Federal de Goiás, os autores Delcides Rodrigues de Assis e Leonardo Antonio Alves ressaltam a importância do papel da internet na interação social, principalmente no que diz respeito a mistura da vida dentro das instituições de ensino com a pessoal. ‘É na junção desses planos através das redes sociais que a reação professor-aluno pode progredir. Apropriando-se das redes como meio de comunicação, o aprendizado será uma conquista mútua, dos alunos que conseguem tirar proveito de uma relação amistosa com seus professores, e destes, que na medida em que admitem as redes sociais como um novo ambiente de aprendizagem, podem utilizá-la, por exemplo, para postar os conteúdos propostos para as disciplinas’.

Mas ao mesmo tempo, essa postura é questionada por Carrano, pois quando os docentes estão usando seu tempo e recursos pessoais para disponibilizarem nas redes conteúdos educacionais, estão fazendo trabalho extra e sem remuneração. ‘O professor acaba levando trabalho para casa, pois muitas escolas não possuem internet ou computadores para eles usarem e ainda não enxergam isso como parte de seu trabalho’, explica.

‘Não há um consenso sobre essas condutas e acho que nunca vai ter. Mas espero que as instituições apoiem mais seus professores, que levem esse debate para o planejamento político-pedagógico, que encarem o fenômeno das redes sociais como um desafio e também como uma possibilidade educacional’, completa o professor.

Um ponto importante ressaltado pela professora de biologia Cristina Magella é sobre como essa interação virtual pode aproximar os docentes de seus alunos. Segundo ela, nenhum professor consegue ter uma relação mais próxima com todos os estudantes de uma turma, pois além delas serem numerosas, alguns alunos são mais tímidos ou simplesmente não se sentem confortáveis em se expor pessoalmente.

‘É uma forma de estar com o aluno no horário em que ele não está na escola. Estreita as relações e com isso ficamos sabendo um pouquinho da vida deles, o que também é bastante importante no processo de aprendizado’, afirma. E sua colega, Rodrigues, completa e vai além: ‘Descobrimos que muitas vezes eles são diferentes do comportamento que tem em sala de aula. Nas redes sociais vemos religião, carinho, rebeldia. Descobrimos um outro lado do aluno’.

Para ela, o que se descobre na relação pela internet pode ser comparado a momentos de interação extracurricular. ‘No meio do grupo o aluno é um e separado é outro. Se pegamos um ônibus junto com um aluno ou batemos um papo num passeio fora da escola é outra coisa, todo professor sabe disso. Essa aproximação que fazemos fora da escola, também pode ser feita pelo Facebook’.
Fonte: Porvir.

Assista a íntegra do documentário “Uma escola entre redes sociais” (22 minutos):

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Aprovados Pré-Incubadora SENAI/SC 2014/2015 - Etapa Consultoria

A unidade do SENAI de Criciúma teve três planos de negócio aprovados para a etapa de consultoria da Pré-Incubadora 2014/2015:
- “A Cápsula”, Lucas Cesar dos Santos Machado - Curso Técnico em Informática;
- “Frenezy”, Ana Paula Ugioni e Criselem de Souza Vieira - Curso Técnico em Produção de Moda;
- “MobileBus”, Filipe Damasceno Tristão e Vitor Gislon Vieira - Curso Técnico em Informática.

Foi com grande satisfação que recebemos esta notícia. Parabéns aos classificados!

As datas para execução da consultoria estão sendo definidas e serão informadas em breve.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O que eles já sabem?

Quando quer ensinar um novo conteúdo para a turma, você:
A) Entra na classe e discorre sobre ele.
B) Apenas pergunta quem já ouviu falar a respeito do tema.
C) Na roda de conversa, quer saber o que cada um conhece sobre o asssunto.
D) Sugere uma atividade em que os alunos possam colocar em jogo informações e procedimentos que dominam?

Quanto à primeira atitude, há pouco a comentar: não existe aprendizado sem sentido ou sem relação com a realidade do estudante e espera-se que a prática de lançar conteúdos descontextualizados esteja cada vez menos presente na escola. O problema está em B e C. Muitos professores se dão por satisfeitos em apresentar uma questão, receber um sim ou um não como resposta - ou até ouvir algum comentário dos alunos mais falantes - e iniciar a aula conforme o planejado.

Nada disso, porém, pode ser considerado uma abordagem diagnóstica. Fazer perguntas sobre o assunto e conversar na roda são práticas importantes, porém insuficientes para esse objetivo. A avaliação inicial, em qualquer série ou disciplina, deve colocar o aluno em contato direto com o conteúdo a ser ensinado, dando oportunidade de ele mobilizar e usar seus conhecimentos. Portanto, a resposta certa ao teste é a alternativa D.

José Antonio Castorina, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires, afirma que, antes mesmo da intervenção educativa, os alunos têm ideias prévias sobre quase todos os temas que a escola aborda. O educador precisa conhecê-las para não ensinar o que elas sabem e não fazer propostas além do que são capazes de compreender. É importante ter em mente que o seu papel é ajudar a construir ideias mais profundas e próximas dos objetivos escolares.

A melhor maneira de fazer uma avaliação inicial, portanto, é propor uma situação-problema, como fez a professora Marjorie Regina de Sousa, da EMEF Leandro Klein, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Para dar continuidade a questões do campo aditivo, em Matemática, ela elaborou um enunciado envolvendo a comparação de medidas e pediu que cada aluno procurasse a solução ao fazer registros no caderno. Ciente do nível de conhecimento da turma sobre os procedimentos para resolver esse tipo de questão, ela elaborou estratégias para continuar o processo de ensino e aprendizagem. Havia atividades tanto para os que não conseguiram propor um caminho para a resolução como para os que já ensaiavam a conta armada.

Propostas coerentes

Para Denise Tonello, coordenadora pedagógica do Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo, a atividade inicial deve ser sempre relacionada ao projeto que será desenvolvido. Ao analisar as produções da turma, você conhecerá o significado daquele conteúdo para o aluno e como ele o representa, e vai compreender a lógica educacional por trás das tarefas propostas. A heterogeneidade de conhecimentos presentes na classe ficará evidente, dando bases seguras para a elaboração de estratégias de ensino e o acompanhamento da evolução individual e coletiva.
Fonte: Revista Escola.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Esta é a Ana.


Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.

“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. (Wikipedia)

Um nome para yuppies da geração Y é “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.

Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:

Ana está meio infeliz.

Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:


É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.

Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:


Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.


Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:


Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.


Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam, isso os deixou satisfeitos e otimistas.


Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.

Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.


Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs: são ferozmente ambiciosos.


O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.

Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e também que a frase “realização profissional” está muito popular.



Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.

Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:


Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs: vivem uma ilusão.

Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:

Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.


Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial: es-pe-ci-al | adjetivo | melhor, maior, ou de algum modo diferente do que é comum.

De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.

Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.

Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:


Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.

Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.

Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, e expert em GYPSYs, fez uma pesquisa onde conclui que a geração Y tem “expectativas fora da realidade e uma grande resistência em aceitar críticas negativas” e “uma visão inflada sobre si mesmo”. Ele diz que “uma grande fonte de frustrações de pessoas com forte senso de grandeza são as expectativas não alcançadas. Elas geralmente se sentem merecedoras de respeito e recompensa que não estão de acordo com seus níveis de habilidade e esforço, e talvez não obtenham o nível de respeito e recompensa que estão esperando”.

Para aqueles contratando membros da geração Y, Harvey sugere fazer a seguinte pergunta durante uma entrevista de emprego: “Você geralmente se sente superior aos seus colegas de trabalho/faculdade, e se sim, por quê?”. Ele diz que “se o candidato responde sim para a primeira parte mas se enrola com o porquê, talvez haja um senso inflado de grandeza. Isso é por que a percepção da grandeza é geralmente baseada num senso infundado de superioridade e merecimento. Eles são levados a acreditar, talvez por causa dos constantes e ávidos exercícios de construção de auto-estima durante a infância, que eles são de alguma maneira especiais, mas na maioria das vezes faltam justificativas reais para essa convicção”.

E como o mundo real considera o merecimento um fator importante, depois de alguns anos de formada, Ana se econtra aqui:


A extrema ambição de Ana, combinada com a arrogância, fruto da ilusão sobre quem ela realmente é, faz ela ter expectativas extremamente altas, mesmo sobre os primeiros anos após a saída da faculdade. Mas a realidade não condiz com suas expectativas, deixando o resultado da equação “realidade – expectativas = felicidade” no negativo.

E a coisa só piora. Além disso tudo, os GYPSYs tem um outro problema, que se aplica a toda sua geração:

GYPSYs estão sendo atormentados

Obviamente, alguns colegas de classe dos pais da Ana, da época do ensino médio ou da faculdade, acabaram sendo mais bem-sucedidos do que eles. E embora eles tenham ouvido falar algo sobre seus colegas de tempos em tempos, através de esporádicas conversas, na maior parte do tempo eles não sabiam realmente o que estava se passando na carreira das outras pessoas.

A Ana, por outro lado, se vê constantemente atormentada por um fenômeno moderno: Compartilhamento de Fotos no Facebook.

As redes sociais criam um mundo para a Ana onde:
A) tudo o que as outras pessoas estão fazendo é público e visível à todos;
B) a maioria das pessoas expõe uma versão maquiada e melhorada de si mesmos e de suas realidades;
C) as pessoas que expõem mais suas carreiras (ou relacionamentos) são as pessoas que estão indo melhor, enquanto as pessoas que estão tendo dificuldades tendem a não expor sua situação. Isso faz Ana achar, erroneamente, que todas as outras pessoas estão indo super bem em suas vidas, só piorando seu tormento.


Então é por isso que Ana está infeliz, ou pelo menos, se sentindo um pouco frustrada e insatisfeita. Na verdade, seu início de carreira provavelmente está indo muito bem, mas mesmo assim, ela se sente desapontada.

Aqui vão alguns conselhos para Ana:

1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.

2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.

3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.



Colaboração: QGA. Fonte original em inglês: Wait but why.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Tendências na educação em 2015

É cada vez mais comum encontrar plataformas tecnológicas – e atrativas – para promover aprendizado, jogos que imediatamente elaboram rankings da classe ou ferramentas que geram relatórios com desempenho de alunos. Mas professores ainda sentem falta de um norte que apoie e fomente estratégias para impulsionar o desempenho de alunos. Especialistas ouvidos consideram que 2015 pode começar a mudar esse quadro e veem como tendências que estarão no centro do debate educacional a adoção de plataformas de gestão de dados, o aprendizado baseado em competências e as novas formas de avaliar e de certificar conhecimentos. É por meio deste pacote inovador, segundo eles, que se conseguirá fomentar o empreendedorismo, a consciência e competências para resolver problemas urgentes relacionados à sustentabilidade e desenvolver as habilidades do Século XXI.

Tudo começa com o enfrentamento de dois grandes desafios: a garantia de conectividade plena, que permitirá acesso a recursos multimídia de maneira eficiente, e uma formação de professores que os prepare para inovar e lidar com ferramentas digitais.

Outra questão a caminho de ser resolvida é a fragmentação do ecossistema de tecnologias educacionais. Assim como acontece no mundo do entretenimento e dos sistemas operacionais de celulares, o impacto da tecnologia trouxe claros benefícios, mas gerou uma quantidade enorme de dados de aplicações — que nem sempre conversam entre si –, como jogos, plataformas adaptativas e aplicativos usados dentro ou fora da sala de aula. Por isso, Michael Horn, cofundador e diretor-executivo do Clayton Christensen Institute, vê o setor caminhando para a adoção de ambientes integradores conhecidos como LRM (sigla em inglês para programas de computador de gestão de aprendizado). ‘Eles são similares aos CRM [acrônimo também em inglês para ferramentas de gestão de relacionamento com o cliente, muito presentes em setores como o comércio] e surgem como uma nova categoria de ferramentas que tornarão mais produtivos os ensinos online, híbrido e por competências, além do desmembramento dos cursos universitários’, diz.

Horn coloca como pioneiras neste nicho empresas americanas como a Fidelis Education (onde ele também é um dos executivos) e a Motivis Learning, nascida a partir da College for America, uma iniciativa online da Southern New Hampshire University, que se dedica a ensinar e certificar competências através de projetos realizados totalmente à distância. ‘Essa tendência de LRMs crescerá rapidamente na educação superior em 2015, sendo seguida pelo ensino corporativo e, depois, pela educação básica nos próximos anos’, explica.

Este tipo de solução tecnológica também surge para tratar de um problema ligado à maneira com que o professor e líderes educacionais devem interagir com os dados. Se apenas o ‘dado útil’ fosse coletado, seria mais fácil para tomar iniciativa, perceber falhas e corrigir o caminho de cada estudante. Mas isso não é tão simples, como explica o professor Alex Bowers, do Teachers College, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. ‘Mais dados não geram melhor desempenho, da mesma maneira que dirigir por um caminho mais longo não implica diretamente em uma melhora do caminho até o trabalho’, compara.

Ao longo do ano, os testes padronizados que formam rankings e que tanto preocupam gestores e políticos, também devem ocupar o centro da arena de debate e sofrer questionamento maior. David Albury, consultor independente de educação e diretor do Innovation Unit, chega a falar até em ‘desilusão’ com este tipo de método para avaliar desempenho escolar. ‘Mais e mais países começam a entender as características e competências que jovens precisam para sobreviver e ser bem-sucedidos no Século XXI, como tomar iniciativa, criatividade, resolução de problemas de forma colaborativa, etc’, diz Albury.

Uma das receitas para alcançar esse aprendizado mais profundo, que dê conta das competências inter e intrapessoais, é novamente o uso da tecnologia e o olhar criterioso para os dados. Em recente estudo do grupo editorial Pearson, os consultores Michael Barber e Peter Hill preveem uma ‘revolução’ que tirará o professor do trabalho repetitivo e permitirá testes personalizados. ‘No lugar dos cumulativos, é possível realizar apenas aqueles com propósito específico [com possibilidade de repetição] e proporcionar relatórios que incentivam o crescimento sem a ideia de sucesso ou fracasso’, diz o documento.

As avaliações personalizadas ainda facilitam uma mudança que permeia todo o processo de aprendizado, que deixa de ser guiado pelo tempo e passa a ser baseado em competências. Métodos como o ensino baseado na resolução de problemas e o uso elementos do mundo dos jogos são algumas das formas de conectar aprendizados com o mundo real.

Colaboração: Porvir.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Por que os alunos não aprendem com seus slides

Não se preocupe, todos já fizemos isso: ficamos acordados até tarde na véspera de dar aula às 8 da manhã. Então o que você faz? Joga algum texto no PowerPoint e se prepara para falar sobre os tópicos. Não vai fazer nenhum mal, né? Você pode nem ler os slides inteiros – eles só vão ajudá-lo a dar sequência à aula, e se perder o ritmo, o texto estará lá para te ajudar.

Infelizmente, não importa se você está trabalhando as Grandes Navegações na quarta série ou física quântica com recém chegados à universidade, você pode estar prejudicando mais do que ajudando seus alunos.

Vamos explorar por que o design instrucional na maioria das vezes não funciona com estudantes e quando você deve ensinar com PowerPoint – e também quando deve evitá-lo. Tudo começa um pequeno conceito chamado de “carga cognitiva”.

Muita coisa para o estudante processar: imagine o cérebro dos estudantes como uma caixa. Conforme você começa a jogar pedras, ela fica mais e mais pesada – e assim, é mais difícil para o estudante aguentá-la e mantê-la organizada. Basicamente, essa é a definição de carga cognitiva. Ela descreve a capacidade da memória do nosso cérebro em suportar e processar partes de informação. Todos temos uma limitação de memória, então quando temos que lidar com informações de mais de uma maneira, a carga fica mais pesada e mais difícil de ser controlada.

Na sala de aula, a carga cognitiva do estudante é muito afetada pela origem externa da informação – em outras palavras, a maneira pela qual ela é apresentada a eles. Todo professor instintivamente sabe que existem jeitos melhores – e piores – de apresentar um conteúdo. A razão para isso, segundo pesquisas, é que, ao aliviar a carga, fica mais fácil para o cérebro do estudante acessar a informação e a transformar em memória.

Ensinar com slides de texto do PowerPoint durante uma leitura em voz alta, infelizmente, significa o mesmo que jogar muitas pedras dentro da caixa do aluno e faz com que ele retroceda.

O efeito de redundância: a apresentação simultânea de um texto de modo visual e oral, como slides de PowerPoint, atualmente é muito comum nas salas de aula. Pense a respeito: quantas você entrou em uma sala ou auditório e viu uma professora lendo textos dos slides?

Um estudo australiano do final dos anos 1990 (o 1999 Kalyuga Study) comparou o resultado acadêmico de um grupo de universitários que assistiu a uma aula de um professor que usou texto e áudio (o que significa que havia palavras na tela enquanto ele falava) com um outro em que os alunos só ouviam a uma explicação sem PowerPoint. Os pesquisadores concluíram que a utilização de estímulos visuais com palavras durante uma apresentação aumenta a carga cognitiva, em vez de diminui-la.

Isso se deve ao chamado efeito redundante. A redundância verbal “surge da apresentação verbal e discurso na íntegra”, aumentado o risco de sobrecarregar a capacidade de memória – por isso, pode causar efeito negativo no aprendizado.

Considere, por exemplo, uma aula de ciências sobre cadeias alimentares. O professor pode começar explicando a diferença entre carnívoros e herbívoros. Aparece um slide com a definição de cada termo. O professor começa a ler diretamente do slide. As partes duplicadas de informação – falada e escrita – não vão reforçar positivamente uma a outra; no lugar disso, as duas sobrecarregam as habilidades do estudante em controlar a informação.

Pesquisadores como John Sweller e Kimberly Leslie defendem que seria mais fácil para estudantes aprenderem as diferenças entre carnívoros e herbívoros se eles fechassem os olhos e só ouvissem à explicação. Mas estudantes que ficam com olhos fechados durante a aula são acusados de “não estarem prestando a devida atenção”.

Como aliviar a carga: então o que fazer? Como garantir que as crianças aprendam a partir de suas explicações orais em vez de ficarem com o cérebro saturado? (Empreendedores, saibam que isso também poderia ser aplicado em suas apresentações!).

Richard Mayer, um neurocientista da Universidade de Santa Barbara e autor do livro “Multimedia Learning” (Aprendizado multimídia) oferece a seguinte receita: elimine elementos textuais de suas apresentações e passe a falar por tópicos, compartilhando imagens ou gráficos com os alunos.

Este método, segundo Mayer, é particularmente apropriado para assuntos em que gráficos geométricos e imagens são cruciais para a compreensão dos conceitos-chave, como cadeia alimentar, cálculo de área de uma superfície ou ciclo da água.

Outros estudos, como um outro estudo separado feito por Leslie et al (2012), sugere que misturar pistas visuais com explicações orais (em aulas de matemática e ciências, em particular) é essencial e eficiente. No estudo de Leslie, um grupo da quarta série que não sabia nada sobre magnetismo aprendeu significativamente mais quando teve contato tanto com imagens quanto com a explicação do professor em comparação a outro grupo que só teve a explicação oral.

Você é professor de ciências? Coloque uma foto dos dentes de um leão e de uma zebra na tela enquanto explica a diferença entre carnívoros e herbívoros. Ensina estudos sociais? Coloque em volta da data “1776” pinturas dos Pais Fundadores dos Estados Unidos assinando a Declaração de Independência (o mesmo vale para a História brasileira), em vez de incluir fatos relacionados em sua apresentação.

E se você tem dificuldades em tirar completamente as palavras de suas apresentações em PowerPoint, especialmente quando quer que os estudantes tomem nota, aqui vão mais algumas dicas:
– Limite-se a uma palavra por slide. Se for explicar termos, tente coloca-lo associado a um conjunto de imagens – e peça para os alunos para deduzirem;
– Obedeça ao “princípio da personalização”, que basicamente diz que atrair leitores entregando conteúdo de modo conversacional vai aprimorar o aprendizado. Por exemplo, Richard Mayer sugere usar muitos “Eus” e “Vocês” em seu discurso, porque alunos reagem melhor à linguagem mais informal.

Colaboração: Porvir.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

SENAI no Sul In Moda

O SENAI Criciúma esteve presente em mais um evento de moda esta semana, o Sul In Moda. No evento, foi possível encontrar trabalhos expostos pelos alunos dos cursos técnicos e superiores, além de um lounge com puffs para descanso, revistas de tendências para a moda e confecção, e um computador para acesso ao site WGSN, um portal de informações de moda que é referência mundial na área, trazendo dados sobre tendências em tecidos, cores, comportamentos, entre outras informações extremamente necessárias para todo o profissional da área.

Uso da crase

A crase caracteriza-se como a fusão de duas vogais idênticas, relacionadas ao emprego da preposição “a” com o artigo feminino a(s), com o “a” inicial referente aos pronomes demonstrativos aquela(s), aquele(s), aquilo e com o “a” pertencente ao pronome relativo a qual(as quais). Casos estes em que tal fusão se encontra demarcada pelo acento grave (`): à(s), àquela, àquele, àquilo, à qual, às quais.

Trata-se de uma particularidade gramatical de relevante importância, dado o seu uso de modo frequente. Diante disso, compreender os aspectos que lhe são peculiares, bem como sua correta utilização é, sobretudo, sinal de competência linguística, em se tratando dos preceitos conferidos pelo padrão formal que norteia a linguagem escrita.

Há que se mencionar que esta competência linguística, a qual se restringe a crase, está condicionada aos nossos conhecimentos acerca da regência verbal e nominal, mais precisamente ao termo regente e termo regido. Ou seja, o termo regente é o verbo ou nome que exige complemento regido pela preposição “a”, e o temo regido é aquele que completa o sentido do termo regente, admitindo a anteposição do artigo a(s).

A crase não ocorre: antes de palavras masculinas; antes de verbos, de pronomes pessoais, de nomes de cidade que não utilizam o artigo feminino, da palavra casa quando tem significado do próprio lar, da palavra terra quando tem sentido de solo e de expressões com palavras repetidas (dia a dia).

Abaixo, cinco vídeos para entendermos melhor o uso da crase:

Quando usar a crase?


Regras para uso da crase


Como eu uso a crase?


Dicas sobre uso da crase


Dicas simples para usar crase


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

E-book “Internet e Redes Sociais”

O e-book “Internet e Redes Sociais” tem objetivo fornecer aos pais e outros educadores, informação acerca da relação dos mais novos com os meios de comunicação, no sentido de promover uma relação e um uso mais crítico e criterioso.

Nos últimos tempos, tem-se assistido a um crescimento exponencial do uso das redes sociais, sendo inegável o seu impacto no processo de socialização e de comunicação dos públicos que as utilizam. O e-book ajuda-nos a entender o impacto que estas redes causam em nossa vida pessoal e na sociedade em geral, sendo uma excelente forma de maximizar o proveito do potencial das redes sociais.

Para fazer o download do livro, acesse este link.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Semana Pedagógica (3)

Na noite de quinta-feira (29) aconteceu o último dia de reunião da Semana Pedagógica 2015. No primeiro momento foi efetuada uma comunicação de boas vindas pelo diretor sr. Silvio Bitencourt da Silva, juntamente com os instrutores horistas, mensalistas e coordenadores.

Logo após, os instrutores foram divididos nas modalidades de Aprendizagem Industrial, para apresentação do Projeto Integrador e seu planejamento, execução e avaliação; e na modalidade do Curso Técnico, os instrutores reuniram-se para orientação sobre os documentos que são necessários para a execução e conclusão do TCC e estágio.

SESI oferece 76 cursos online grátis

O SESI oferece 76 cursos online grátis, para atender o trabalhador da indústria, seus dependentes e a comunidade em geral. Estudar à distância significa se dedicar ao desenvolvimento de suas competências de forma sistematicamente organizada, porém sem a necessidade de se deslocar até uma escola. Esta modalidade utiliza diversas ferramentas de comunicação que ajudam você a construir o conhecimento.

Os cursos grátis e ações educativas ofertados pelo SESI/PR são realizados através da internet. Você pode estudar em qualquer local que possibilite o uso de um computador com acesso a internet, a qualquer hora do dia ou da noite.

Clique aqui e confira os 76 cursos grátis oferecidos pelo SESI.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Semana Pedagógica (2)

Prosseguiu nesta quarta-feira, 28 de janeiro, a Semana Pedagógica 2015. Nesta segunda noite, foi abordado o tema "Google e suas ferramentas de interação", ministrado pelos colaboradores Robson Cechinel e Rodrigo Brandelero.

Foram algumas horas de muito aprendizado, onde os instrutores fizeram uso de várias ferramentas do Google.

A Semana Pedagógica prossegue nesta quinta-feira (29), com orientação e elaboração de TCC para instrutores dos cursos técnicos, e orientação para elaboração e avaliação do Projeto Integrador para instrutores dos cursos de aprendizagem.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Semana Pedagógica (1)

Teve início nesta terça-feira, 27 de janeiro, a Semana Pedagógica 2015. Na primeira noite, foi abordado o tema "O instrutor do SENAI e suas atribuições", ministrado pela coordenadora pedagógica Rosane Aléssio Dal Toé. A Semana Pedagógica prossegue nesta quarta-feira, 28 de janeiro, com o tema "Google e suas ferramentas de interação".

Curso de Técnico em Cerâmica oferece capacitação para o mercado

A capacitação é um dos grandes diferenciais para entrar no mercado de trabalho. Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, somente o segmento cerâmico tem no Estado 675 indústrias e emprega 19,6 mil trabalhadores. Por isso, cada vez mais a capacitação de novos profissionais se torna importante para garantir um diferencial no mercado de trabalho.

A indústria cerâmica catarinense é um segmento tradicional e de destaque no cenário nacional. O Estado é o segundo maior exportador brasileiro de cerâmica, enviando seus produtos para mais de 100 países. Nossa região é representativa no segmento de cerâmica estrutural, que inclui telhas, tijolos e blocos construtivos e também participam com ênfase os colorifícios, produtores e distribuidores de insumos”, explica a coordenadora do curso Técnico em Cerâmica do SENAI de Criciúma, Jucilene Feltrin.

O curso de técnico em cerâmica do Senai é oferecido desde 2002 e já capacitou mais de 100 técnicos para a indústria cerâmica. “O profissional que conclui o curso pode atuar em todas as etapas do processo fabril e na área técnica desenvolvendo novos produtos, no controle e monitoramento da Qualidade, no serviço de atendimento ao cliente, prestando assistência e orientação técnica”, pontua Jucilene.

Vagas abertas: o SENAI de Criciúma está com vagas abertas para os interessados em aprender com os profissionais da instituição. “O curso está sendo oferecido com uma mensalidade reduzida e está destinado ao público que já tenha concluído o ensino médio ou que esteja cursando”, destaca.

Os interessados devem procurar a unidade do SENAI Criciúma, localizada na rua General Lauro Sodré, bairro Comerciário, das 8 às 12 horas e das 13 às 22 horas para fazer a inscrição. O Curso tem duração de 2 anos e é oferecido no período noturno das 19 às 22 horas. As aulas terão início no dia 9 de fevereiro.

São oportunidades para o técnico em cerâmica:
- Indústria de revestimentos cerâmicos (área industrial e comercial);
- Colorifícios cerâmicos (indústria de insumos para a indústria cerâmica);
- Representação comercial;
- Instituições de pesquisa;
- Indústria de cerâmica estrutural;
- Indústria de produtos refratários.
Colaboração: Engeplus.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Horário digital

Desde ontem (26), a unidade do SENAI Criciúma disponibiliza o sistema de horário digital. Instalado em um toten no hall de entrada, este sistema disponibiliza aos alunos e aos docentes a localização de cada turma, destacando unidade curricular e ambiente utilizado.

O sistema, que substitui os horários em papel, já foi apresentado aos alunos das turmas que reiniciaram suas atividades na segunda-feira.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Boas-vindas SENAI

Este vídeo foi produzido para dar as boas-vindas aos estudantes do SENAI.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

As 14 piores senhas de 2014

Sim, acredite: a senha "123456" ainda é bastante utilizada, apesar de sua obviedade e dos alertas de especialistas em segurança digital. Em 2014, o código liderou novamente a lista das senhas mais usadas – no caso, as piores opções – pelos usuários de PC, cujo levantamento foi feito pela empresa norte-americana SplashData. Consequentemente, "123456" é a senha mais insegura. Os dados da pesquisa foram obtidos com base em arquivos de códigos roubados no último ano.

Confira a lista:
1. 123456
2. password
3. 12345
4. 12345678
5. qwerty
6. 123456789
7. 1234
8. baseball
9. dragon
10. football
11. 1234567
12. monkey
13. letmein
14. abc123

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

WhatsApp ganha versão para computadores

O WhatsApp, popular aplicativo de mensagens instantâneas, finalmente ganhou uma de suas funções mais requisitadas e, a partir de ontem (21), pode ser acessado pelo computador. No entanto, apenas usuários do WhatsApp em aparelhos com sistemas Android, Windows Phone e BlackBerry têm acesso à nova função. Os usuários de iPhone, por enquanto, não está disponível, "devido a limitações da plataforma da Apple", conforme divulgou a desenvolvedora, afirmando que há planos de levar a novidade para os dispositivos da Apple, mas não há previsão de lançamento.

A versão para computadores do WhatsApp funciona como uma extensão do app no telefone e exige que o dispositivo móvel esteja conectado à internet para funcionar. "O navegador simplesmente reflete suas conversas e mensagens conforme estão no seu aparelho de telefone – ou seja, todas as suas mensagens ainda permanecem originalmente salvas no seu telefone", diz a criadora do aplicativo em comunicado. Primeiramente, o aplicativo WhatsApp deve ser atualizado no telefone móvel. Após isso, é necessário primeiro abrir a página do app exclusivamente pelo navegador Google Chrome e escanear um código QR com a câmera do seu telefone utilizando o aplicativo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Estudo diz que tecnologia vai revolucionar as avaliações

As demandas vitais do Século XXI vão muito além do que conseguem medir as avaliações padronizadas. Especialistas buscam superar a aferição de habilidades técnicas e conhecimento para abrir espaço a uma série de outras características.

Um recente estudo publicado pelo grupo editorial britânico Pearson chamado “Preparing for a renaissance in assessment” (“Preparação para um renascimento em avaliações”), direcionado a líderes educacionais, vê dois fatores como primordiais para induzir novos processos de avaliação: o primeiro é resultado da força da globalização e das tecnologias digitais, enquanto o último é inerente à percepção de que o paradigma atual já não funciona como deveria, pois até mesmo os melhores sistemas atingiram um limite de crescimento.

Elaborado pelos consultores Michael Barber (pesquisador de sistemas e reformas educacionais com passagem pelo governo britânico) e Peter Hill (que ocupou cargos de destaque no setor na Austrália, Hong Kong e Estados Unidos), o texto mostra como a educação está diante de um ponto de inflexão. “Nós consideramos ensino/aprendizagem, currículo e avaliação como os três principais elementos de um processo educacional de sucesso. Nos últimos 20 anos, a avaliação foi um fator de atraso e, agora, vemos que ela pode ultrapassar os outros elementos e, por isso, atribuímos o termo renascimento”, disse Barber. Como a sociedade está profundamente ligada aos testes tradicionais, segundo ele, o principal desafio é promover reformas sem perder o rigor e o elo com exames que servem como parâmetros internacionais.

É neste cenário que entra em jogo a tecnologia, como por exemplo nos testes adaptativos, que permitem maior precisão e execução em menor tempo. Os dados vão dar ao professor maior entendimento sobre o que acontece com a classe e com cada aluno em tempo real, com a chance de diminuir ou aumentar o alcance do conteúdo estabelecido no currículo. “Agora podemos acompanhar o desenvolvimento de uma classe durante cinco anos da vida escolar. É uma variedade muito maior do que a atingida por um teste isolado”, diz Hill.

Todo esse conjunto de mudanças aliado a mais tempo e recursos, segundo os autores do documento, vai melhorar também a dinâmica do professor, que ficará livre dos trabalhos repetitivos e poderá dar atenção aos detalhes de cada aula e respeitar o ritmo dos alunos. “Isso vai criar uma revolução no aprendizado. O que era um sonho há seis anos agora é uma realidade”, sentencia Hill. Um outro impacto poderá ser visto nas reuniões pedagógicas, que antes se baseavam em hipóteses e agora podem servir para um trabalho colaborativo para motivar cada estudante.

As novas plataformas de ensino também podem dar origem a uma nova geração de avaliações capazes de chegar a um aprendizado profundo e a uma variedade de competências inter e intrapessoais, como trabalho em equipe e a capacidade de comunicação oral, além dos traços de personalidade. Mais rápido, mais preciso, mas e a velha “cola” e o risco de plágio? No lugar de testes cumulativos, é possível realizar apenas aqueles com propósito específico (com possibilidade de repetição) e proporcionar relatórios que incentivam o crescimento sem a ideia de sucesso ou fracasso.

Responsável por reformas em Hong Kong e na Austrália, Hill relata que boas avaliações sempre levam em conta a validade e a confiabilidade. “Validade garante que o que se está medindo diz respeito ao planejado, enquanto a confiabilidade permite os mesmos resultados caso a avaliação seja repetida”. Se não tiver essas características, a avaliação não pode ser usada, segundo o consultor, que coloca a capacidade de realização com os recursos existentes como mais uma característica a ser considerada independentemente do conteúdo e dos exercícios da avaliação.

Para alcançar o renascimento, diz o artigo, é importante olhar além da educação, porque muitas vezes a inovação acontece em áreas de pouco ou nenhum contato com o ensino, como é o caso dos jogos de videogame. Entretanto, os autores também ressaltam que, para que o benefício seja notado por todo o sistema, é necessária a ação de governos, uma vez que a infraestrutura tecnológica não pode ficar a cargo de uma única escola.

Fonte: Porvir.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Conheça as Marions

Apesar dos modelos das gigantescas escavadeiras serem parecidos, haviam diferenças entre as duas Marion presentes na região: uma era a Marion Dragline 7800, de propriedade da Companhia Siderúrgica Nacional; a outra era a Marion Power Shovel 5323, pertencente à Carbonífera Treviso S.A. A reportagem conta com a participação do docente Adriano Gomes.