quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Por que os alunos não aprendem com seus slides

Não se preocupe, todos já fizemos isso: ficamos acordados até tarde na véspera de dar aula às 8 da manhã. Então o que você faz? Joga algum texto no PowerPoint e se prepara para falar sobre os tópicos. Não vai fazer nenhum mal, né? Você pode nem ler os slides inteiros – eles só vão ajudá-lo a dar sequência à aula, e se perder o ritmo, o texto estará lá para te ajudar.

Infelizmente, não importa se você está trabalhando as Grandes Navegações na quarta série ou física quântica com recém chegados à universidade, você pode estar prejudicando mais do que ajudando seus alunos.

Vamos explorar por que o design instrucional na maioria das vezes não funciona com estudantes e quando você deve ensinar com PowerPoint – e também quando deve evitá-lo. Tudo começa um pequeno conceito chamado de “carga cognitiva”.

Muita coisa para o estudante processar: imagine o cérebro dos estudantes como uma caixa. Conforme você começa a jogar pedras, ela fica mais e mais pesada – e assim, é mais difícil para o estudante aguentá-la e mantê-la organizada. Basicamente, essa é a definição de carga cognitiva. Ela descreve a capacidade da memória do nosso cérebro em suportar e processar partes de informação. Todos temos uma limitação de memória, então quando temos que lidar com informações de mais de uma maneira, a carga fica mais pesada e mais difícil de ser controlada.

Na sala de aula, a carga cognitiva do estudante é muito afetada pela origem externa da informação – em outras palavras, a maneira pela qual ela é apresentada a eles. Todo professor instintivamente sabe que existem jeitos melhores – e piores – de apresentar um conteúdo. A razão para isso, segundo pesquisas, é que, ao aliviar a carga, fica mais fácil para o cérebro do estudante acessar a informação e a transformar em memória.

Ensinar com slides de texto do PowerPoint durante uma leitura em voz alta, infelizmente, significa o mesmo que jogar muitas pedras dentro da caixa do aluno e faz com que ele retroceda.

O efeito de redundância: a apresentação simultânea de um texto de modo visual e oral, como slides de PowerPoint, atualmente é muito comum nas salas de aula. Pense a respeito: quantas você entrou em uma sala ou auditório e viu uma professora lendo textos dos slides?

Um estudo australiano do final dos anos 1990 (o 1999 Kalyuga Study) comparou o resultado acadêmico de um grupo de universitários que assistiu a uma aula de um professor que usou texto e áudio (o que significa que havia palavras na tela enquanto ele falava) com um outro em que os alunos só ouviam a uma explicação sem PowerPoint. Os pesquisadores concluíram que a utilização de estímulos visuais com palavras durante uma apresentação aumenta a carga cognitiva, em vez de diminui-la.

Isso se deve ao chamado efeito redundante. A redundância verbal “surge da apresentação verbal e discurso na íntegra”, aumentado o risco de sobrecarregar a capacidade de memória – por isso, pode causar efeito negativo no aprendizado.

Considere, por exemplo, uma aula de ciências sobre cadeias alimentares. O professor pode começar explicando a diferença entre carnívoros e herbívoros. Aparece um slide com a definição de cada termo. O professor começa a ler diretamente do slide. As partes duplicadas de informação – falada e escrita – não vão reforçar positivamente uma a outra; no lugar disso, as duas sobrecarregam as habilidades do estudante em controlar a informação.

Pesquisadores como John Sweller e Kimberly Leslie defendem que seria mais fácil para estudantes aprenderem as diferenças entre carnívoros e herbívoros se eles fechassem os olhos e só ouvissem à explicação. Mas estudantes que ficam com olhos fechados durante a aula são acusados de “não estarem prestando a devida atenção”.

Como aliviar a carga: então o que fazer? Como garantir que as crianças aprendam a partir de suas explicações orais em vez de ficarem com o cérebro saturado? (Empreendedores, saibam que isso também poderia ser aplicado em suas apresentações!).

Richard Mayer, um neurocientista da Universidade de Santa Barbara e autor do livro “Multimedia Learning” (Aprendizado multimídia) oferece a seguinte receita: elimine elementos textuais de suas apresentações e passe a falar por tópicos, compartilhando imagens ou gráficos com os alunos.

Este método, segundo Mayer, é particularmente apropriado para assuntos em que gráficos geométricos e imagens são cruciais para a compreensão dos conceitos-chave, como cadeia alimentar, cálculo de área de uma superfície ou ciclo da água.

Outros estudos, como um outro estudo separado feito por Leslie et al (2012), sugere que misturar pistas visuais com explicações orais (em aulas de matemática e ciências, em particular) é essencial e eficiente. No estudo de Leslie, um grupo da quarta série que não sabia nada sobre magnetismo aprendeu significativamente mais quando teve contato tanto com imagens quanto com a explicação do professor em comparação a outro grupo que só teve a explicação oral.

Você é professor de ciências? Coloque uma foto dos dentes de um leão e de uma zebra na tela enquanto explica a diferença entre carnívoros e herbívoros. Ensina estudos sociais? Coloque em volta da data “1776” pinturas dos Pais Fundadores dos Estados Unidos assinando a Declaração de Independência (o mesmo vale para a História brasileira), em vez de incluir fatos relacionados em sua apresentação.

E se você tem dificuldades em tirar completamente as palavras de suas apresentações em PowerPoint, especialmente quando quer que os estudantes tomem nota, aqui vão mais algumas dicas:
– Limite-se a uma palavra por slide. Se for explicar termos, tente coloca-lo associado a um conjunto de imagens – e peça para os alunos para deduzirem;
– Obedeça ao “princípio da personalização”, que basicamente diz que atrair leitores entregando conteúdo de modo conversacional vai aprimorar o aprendizado. Por exemplo, Richard Mayer sugere usar muitos “Eus” e “Vocês” em seu discurso, porque alunos reagem melhor à linguagem mais informal.

Colaboração: Porvir.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

SENAI no Sul In Moda

O SENAI Criciúma esteve presente em mais um evento de moda esta semana, o Sul In Moda. No evento, foi possível encontrar trabalhos expostos pelos alunos dos cursos técnicos e superiores, além de um lounge com puffs para descanso, revistas de tendências para a moda e confecção, e um computador para acesso ao site WGSN, um portal de informações de moda que é referência mundial na área, trazendo dados sobre tendências em tecidos, cores, comportamentos, entre outras informações extremamente necessárias para todo o profissional da área.

Uso da crase

A crase caracteriza-se como a fusão de duas vogais idênticas, relacionadas ao emprego da preposição “a” com o artigo feminino a(s), com o “a” inicial referente aos pronomes demonstrativos aquela(s), aquele(s), aquilo e com o “a” pertencente ao pronome relativo a qual(as quais). Casos estes em que tal fusão se encontra demarcada pelo acento grave (`): à(s), àquela, àquele, àquilo, à qual, às quais.

Trata-se de uma particularidade gramatical de relevante importância, dado o seu uso de modo frequente. Diante disso, compreender os aspectos que lhe são peculiares, bem como sua correta utilização é, sobretudo, sinal de competência linguística, em se tratando dos preceitos conferidos pelo padrão formal que norteia a linguagem escrita.

Há que se mencionar que esta competência linguística, a qual se restringe a crase, está condicionada aos nossos conhecimentos acerca da regência verbal e nominal, mais precisamente ao termo regente e termo regido. Ou seja, o termo regente é o verbo ou nome que exige complemento regido pela preposição “a”, e o temo regido é aquele que completa o sentido do termo regente, admitindo a anteposição do artigo a(s).

A crase não ocorre: antes de palavras masculinas; antes de verbos, de pronomes pessoais, de nomes de cidade que não utilizam o artigo feminino, da palavra casa quando tem significado do próprio lar, da palavra terra quando tem sentido de solo e de expressões com palavras repetidas (dia a dia).

Abaixo, cinco vídeos para entendermos melhor o uso da crase:

Quando usar a crase?


Regras para uso da crase


Como eu uso a crase?


Dicas sobre uso da crase


Dicas simples para usar crase


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

E-book “Internet e Redes Sociais”

O e-book “Internet e Redes Sociais” tem objetivo fornecer aos pais e outros educadores, informação acerca da relação dos mais novos com os meios de comunicação, no sentido de promover uma relação e um uso mais crítico e criterioso.

Nos últimos tempos, tem-se assistido a um crescimento exponencial do uso das redes sociais, sendo inegável o seu impacto no processo de socialização e de comunicação dos públicos que as utilizam. O e-book ajuda-nos a entender o impacto que estas redes causam em nossa vida pessoal e na sociedade em geral, sendo uma excelente forma de maximizar o proveito do potencial das redes sociais.

Para fazer o download do livro, acesse este link.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Semana Pedagógica (3)

Na noite de quinta-feira (29) aconteceu o último dia de reunião da Semana Pedagógica 2015. No primeiro momento foi efetuada uma comunicação de boas vindas pelo diretor sr. Silvio Bitencourt da Silva, juntamente com os instrutores horistas, mensalistas e coordenadores.

Logo após, os instrutores foram divididos nas modalidades de Aprendizagem Industrial, para apresentação do Projeto Integrador e seu planejamento, execução e avaliação; e na modalidade do Curso Técnico, os instrutores reuniram-se para orientação sobre os documentos que são necessários para a execução e conclusão do TCC e estágio.

SESI oferece 76 cursos online grátis

O SESI oferece 76 cursos online grátis, para atender o trabalhador da indústria, seus dependentes e a comunidade em geral. Estudar à distância significa se dedicar ao desenvolvimento de suas competências de forma sistematicamente organizada, porém sem a necessidade de se deslocar até uma escola. Esta modalidade utiliza diversas ferramentas de comunicação que ajudam você a construir o conhecimento.

Os cursos grátis e ações educativas ofertados pelo SESI/PR são realizados através da internet. Você pode estudar em qualquer local que possibilite o uso de um computador com acesso a internet, a qualquer hora do dia ou da noite.

Clique aqui e confira os 76 cursos grátis oferecidos pelo SESI.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Semana Pedagógica (2)

Prosseguiu nesta quarta-feira, 28 de janeiro, a Semana Pedagógica 2015. Nesta segunda noite, foi abordado o tema "Google e suas ferramentas de interação", ministrado pelos colaboradores Robson Cechinel e Rodrigo Brandelero.

Foram algumas horas de muito aprendizado, onde os instrutores fizeram uso de várias ferramentas do Google.

A Semana Pedagógica prossegue nesta quinta-feira (29), com orientação e elaboração de TCC para instrutores dos cursos técnicos, e orientação para elaboração e avaliação do Projeto Integrador para instrutores dos cursos de aprendizagem.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Semana Pedagógica (1)

Teve início nesta terça-feira, 27 de janeiro, a Semana Pedagógica 2015. Na primeira noite, foi abordado o tema "O instrutor do SENAI e suas atribuições", ministrado pela coordenadora pedagógica Rosane Aléssio Dal Toé. A Semana Pedagógica prossegue nesta quarta-feira, 28 de janeiro, com o tema "Google e suas ferramentas de interação".

Curso de Técnico em Cerâmica oferece capacitação para o mercado

A capacitação é um dos grandes diferenciais para entrar no mercado de trabalho. Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, somente o segmento cerâmico tem no Estado 675 indústrias e emprega 19,6 mil trabalhadores. Por isso, cada vez mais a capacitação de novos profissionais se torna importante para garantir um diferencial no mercado de trabalho.

A indústria cerâmica catarinense é um segmento tradicional e de destaque no cenário nacional. O Estado é o segundo maior exportador brasileiro de cerâmica, enviando seus produtos para mais de 100 países. Nossa região é representativa no segmento de cerâmica estrutural, que inclui telhas, tijolos e blocos construtivos e também participam com ênfase os colorifícios, produtores e distribuidores de insumos”, explica a coordenadora do curso Técnico em Cerâmica do SENAI de Criciúma, Jucilene Feltrin.

O curso de técnico em cerâmica do Senai é oferecido desde 2002 e já capacitou mais de 100 técnicos para a indústria cerâmica. “O profissional que conclui o curso pode atuar em todas as etapas do processo fabril e na área técnica desenvolvendo novos produtos, no controle e monitoramento da Qualidade, no serviço de atendimento ao cliente, prestando assistência e orientação técnica”, pontua Jucilene.

Vagas abertas: o SENAI de Criciúma está com vagas abertas para os interessados em aprender com os profissionais da instituição. “O curso está sendo oferecido com uma mensalidade reduzida e está destinado ao público que já tenha concluído o ensino médio ou que esteja cursando”, destaca.

Os interessados devem procurar a unidade do SENAI Criciúma, localizada na rua General Lauro Sodré, bairro Comerciário, das 8 às 12 horas e das 13 às 22 horas para fazer a inscrição. O Curso tem duração de 2 anos e é oferecido no período noturno das 19 às 22 horas. As aulas terão início no dia 9 de fevereiro.

São oportunidades para o técnico em cerâmica:
- Indústria de revestimentos cerâmicos (área industrial e comercial);
- Colorifícios cerâmicos (indústria de insumos para a indústria cerâmica);
- Representação comercial;
- Instituições de pesquisa;
- Indústria de cerâmica estrutural;
- Indústria de produtos refratários.
Colaboração: Engeplus.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Horário digital

Desde ontem (26), a unidade do SENAI Criciúma disponibiliza o sistema de horário digital. Instalado em um toten no hall de entrada, este sistema disponibiliza aos alunos e aos docentes a localização de cada turma, destacando unidade curricular e ambiente utilizado.

O sistema, que substitui os horários em papel, já foi apresentado aos alunos das turmas que reiniciaram suas atividades na segunda-feira.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Boas-vindas SENAI

Este vídeo foi produzido para dar as boas-vindas aos estudantes do SENAI.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

As 14 piores senhas de 2014

Sim, acredite: a senha "123456" ainda é bastante utilizada, apesar de sua obviedade e dos alertas de especialistas em segurança digital. Em 2014, o código liderou novamente a lista das senhas mais usadas – no caso, as piores opções – pelos usuários de PC, cujo levantamento foi feito pela empresa norte-americana SplashData. Consequentemente, "123456" é a senha mais insegura. Os dados da pesquisa foram obtidos com base em arquivos de códigos roubados no último ano.

Confira a lista:
1. 123456
2. password
3. 12345
4. 12345678
5. qwerty
6. 123456789
7. 1234
8. baseball
9. dragon
10. football
11. 1234567
12. monkey
13. letmein
14. abc123

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

WhatsApp ganha versão para computadores

O WhatsApp, popular aplicativo de mensagens instantâneas, finalmente ganhou uma de suas funções mais requisitadas e, a partir de ontem (21), pode ser acessado pelo computador. No entanto, apenas usuários do WhatsApp em aparelhos com sistemas Android, Windows Phone e BlackBerry têm acesso à nova função. Os usuários de iPhone, por enquanto, não está disponível, "devido a limitações da plataforma da Apple", conforme divulgou a desenvolvedora, afirmando que há planos de levar a novidade para os dispositivos da Apple, mas não há previsão de lançamento.

A versão para computadores do WhatsApp funciona como uma extensão do app no telefone e exige que o dispositivo móvel esteja conectado à internet para funcionar. "O navegador simplesmente reflete suas conversas e mensagens conforme estão no seu aparelho de telefone – ou seja, todas as suas mensagens ainda permanecem originalmente salvas no seu telefone", diz a criadora do aplicativo em comunicado. Primeiramente, o aplicativo WhatsApp deve ser atualizado no telefone móvel. Após isso, é necessário primeiro abrir a página do app exclusivamente pelo navegador Google Chrome e escanear um código QR com a câmera do seu telefone utilizando o aplicativo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Estudo diz que tecnologia vai revolucionar as avaliações

As demandas vitais do Século XXI vão muito além do que conseguem medir as avaliações padronizadas. Especialistas buscam superar a aferição de habilidades técnicas e conhecimento para abrir espaço a uma série de outras características.

Um recente estudo publicado pelo grupo editorial britânico Pearson chamado “Preparing for a renaissance in assessment” (“Preparação para um renascimento em avaliações”), direcionado a líderes educacionais, vê dois fatores como primordiais para induzir novos processos de avaliação: o primeiro é resultado da força da globalização e das tecnologias digitais, enquanto o último é inerente à percepção de que o paradigma atual já não funciona como deveria, pois até mesmo os melhores sistemas atingiram um limite de crescimento.

Elaborado pelos consultores Michael Barber (pesquisador de sistemas e reformas educacionais com passagem pelo governo britânico) e Peter Hill (que ocupou cargos de destaque no setor na Austrália, Hong Kong e Estados Unidos), o texto mostra como a educação está diante de um ponto de inflexão. “Nós consideramos ensino/aprendizagem, currículo e avaliação como os três principais elementos de um processo educacional de sucesso. Nos últimos 20 anos, a avaliação foi um fator de atraso e, agora, vemos que ela pode ultrapassar os outros elementos e, por isso, atribuímos o termo renascimento”, disse Barber. Como a sociedade está profundamente ligada aos testes tradicionais, segundo ele, o principal desafio é promover reformas sem perder o rigor e o elo com exames que servem como parâmetros internacionais.

É neste cenário que entra em jogo a tecnologia, como por exemplo nos testes adaptativos, que permitem maior precisão e execução em menor tempo. Os dados vão dar ao professor maior entendimento sobre o que acontece com a classe e com cada aluno em tempo real, com a chance de diminuir ou aumentar o alcance do conteúdo estabelecido no currículo. “Agora podemos acompanhar o desenvolvimento de uma classe durante cinco anos da vida escolar. É uma variedade muito maior do que a atingida por um teste isolado”, diz Hill.

Todo esse conjunto de mudanças aliado a mais tempo e recursos, segundo os autores do documento, vai melhorar também a dinâmica do professor, que ficará livre dos trabalhos repetitivos e poderá dar atenção aos detalhes de cada aula e respeitar o ritmo dos alunos. “Isso vai criar uma revolução no aprendizado. O que era um sonho há seis anos agora é uma realidade”, sentencia Hill. Um outro impacto poderá ser visto nas reuniões pedagógicas, que antes se baseavam em hipóteses e agora podem servir para um trabalho colaborativo para motivar cada estudante.

As novas plataformas de ensino também podem dar origem a uma nova geração de avaliações capazes de chegar a um aprendizado profundo e a uma variedade de competências inter e intrapessoais, como trabalho em equipe e a capacidade de comunicação oral, além dos traços de personalidade. Mais rápido, mais preciso, mas e a velha “cola” e o risco de plágio? No lugar de testes cumulativos, é possível realizar apenas aqueles com propósito específico (com possibilidade de repetição) e proporcionar relatórios que incentivam o crescimento sem a ideia de sucesso ou fracasso.

Responsável por reformas em Hong Kong e na Austrália, Hill relata que boas avaliações sempre levam em conta a validade e a confiabilidade. “Validade garante que o que se está medindo diz respeito ao planejado, enquanto a confiabilidade permite os mesmos resultados caso a avaliação seja repetida”. Se não tiver essas características, a avaliação não pode ser usada, segundo o consultor, que coloca a capacidade de realização com os recursos existentes como mais uma característica a ser considerada independentemente do conteúdo e dos exercícios da avaliação.

Para alcançar o renascimento, diz o artigo, é importante olhar além da educação, porque muitas vezes a inovação acontece em áreas de pouco ou nenhum contato com o ensino, como é o caso dos jogos de videogame. Entretanto, os autores também ressaltam que, para que o benefício seja notado por todo o sistema, é necessária a ação de governos, uma vez que a infraestrutura tecnológica não pode ficar a cargo de uma única escola.

Fonte: Porvir.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Conheça as Marions

Apesar dos modelos das gigantescas escavadeiras serem parecidos, haviam diferenças entre as duas Marion presentes na região: uma era a Marion Dragline 7800, de propriedade da Companhia Siderúrgica Nacional; a outra era a Marion Power Shovel 5323, pertencente à Carbonífera Treviso S.A. A reportagem conta com a participação do docente Adriano Gomes.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Retrospectiva FIESC 2014

Várias ações foram realizadas em ambiente institucional, educação, inovação e tecnologia, qualidade de vida, sustentabilidade e modernização. Em 2015, a FIESC prepara uma agenda intensa de iniciativas para elevar ainda mais a competitividade da indústria.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Apresentações TCCs

Os alunos dos cursos técnicos e de aprendizagem do SENAI Criciúma estão realizando as apresentações dos TCCs (Trabalho de Conclusão de Curso).

Destaca-se a qualidade dos trabalhos apresentados, bem como a participação de familiares e colegas de classe nas apresentações.


Técnico em Informática vespertino


Técnico em Informática vespertino


Técnico em Informática vespertino


Técnico em Informática vespertino


Técnico em Informática vespertino


Técnico em Informática vespertino


Técnico em Informática vespertino


Técnico em Informática noturno


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino


Aprendizagem Industrial em Desenhista Mecânico vespertino

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Documentário "Pro Dia Nascer Feliz"

O documentário "Pro Dia Nascer Feliz", dirigido por João Jardim, aborda o sistema educacional brasileiro, descrevendo realidades escolares de diferentes contextos sociais, econômicos e culturais a partir de diversos olhares sobre as realidades que constituem a estrutura educacional seja do ponto de vista da instituição, do aluno, do professor e da família.

A proposta do documentário é demonstrar o abismo existente entre as escolas públicas e privadas e a relação do adolescente com a escola focando a desigualdade social e a banalização da violência. Filmado em três estados brasileiros, abordando classes sociais distintas, o filme trata é a relação professor/aluno que em algumas partes pode aparecer de maneira amena, outras desconfortável.

O documentário é fundamental para jovens estudantes, pois perceberão que apesar dos cenários e classes sociais diversificadas, os dramas são em alguns aspectos semelhantes, tanto no sertão nordestino quanto nas grandes metrópoles do sudeste, claro guardando as devidas proporções. Para educadores ou futuro educadores, é extremamente valido pois demonstrará os grandes abismos da educação brasileira, os dramas dos professores que abdicam de muitos lazeres e dedicam a educação.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Visita a Cerâmica Felisbino

No dia 22 de novembro, a turma do Curso Técnico em Cerâmica do SENAI Criciúma visitou a Cerâmica Felisbino. O objetivo da visita foi conhecer o processo de fabricação de blocos cerâmicos, estreitando os conhecimentos aprendidos em sala de aula com a prática vivenciada em uma indústria cerâmica.

Todos os processos da fábrica foram visitados, desde o sazonamento das matérias-primas até a sua expedição. Como complementação, os alunos puderam verificar o início de uma nova cerâmica, inclusive acessar ambientes onde dificilmente poderiam acessar com a fábrica em funcionamento, por exemplo, o interior de um forno cerâmico.

O SENAI/SC Criciúma agradece a atenção voltada aos responsáveis por conduzir a visita e disponibilizar a fábrica para o conhecimento profissional destes futuros técnicos.

Choques elétricos

Os vídeos do curso NR10 da Engehall mostram os riscos de choques elétricos.